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Bandeirantes

Novembro 19, 2008

 

O horizonte, ao longe, escorre em laca de malha negra

 

Ao largo da noite alta

 

Poucas lâmpadas acesas cessam o descansar preguiçoso

da mata que me parece

 - pelo vento que me fala a hálito verde –

Se adensa

E por alguns olhares breves:

 

Janela noite alta

Folhas brancas abertas

 

A metrópole – gigante agitada – quieta dorme!

 

Há apenas poucos quartos acesos dando à luz

a fronteira da mata escura, densa, pura

A filha que divide a selva de pedra, adormecida.